
Isso não pode,
senão, dá bode.
Fizeram fuxico,
paguei o mico.
Uma geringonça
do tempo do onça.
Coisa facinha,
canja de galinha.
Ouviu um estalo,
caiu do cavalo.
O que é que foi,
vai amolar o boi!
Esquece aquilo,
não tem grilo.
Foi dar de gaiato,
caiu feito pato.
Gritou por socorro
alto pra cachorro.
Come tão pouquinho,
como passarinho!
Feche os olhinhos
e conte carneirinhos.
Em último recurso,
serve até amigo-urso.
Beijar sapo-cururu
só com praga de urubu.
Pôs a vasilha de borco,
o espírito de porco.
Que impressionante
sua memória de elefante.
Escalou o Aconcágua,
deu com os burros n´água.






